O Perfil dos ARGS
http://criativonaweb.blogspot.com/2009/08/args-e-seu-novo-tipo-de-segmentacao.html
Hoje ARGS são um dos assuntos mais discutidos no mundo da propaganda e marketing e advergames, pois enfatizam a questão da qualidade x tamanho da audiência de uma determinada ação e vem de encontro algumas teorias de décadas passadas. Mais especificamente aos estudos de Paul LAZARSFELD que pode ser conhecida como "two steps for communication". Ele ressalta em sua tese o papel dos líderes de opniões que são entusiastas e referências em determinados assuntos.
Como ainda não é de conhecimento de todos, a 42 desenvolveu um modelo de estudo sobre o público que participa de um ARG, com foi o "Dark Knight". Graças ao Braistorming 9 que disponibilizou primeiro eu vou postar aqui o esquema criado pela agência.
Basicamente a audiêmcia de um ARG é dividido em três perfis:
Casuais: Representam a maior parte da audiência, com um modesto nível de interação que acontece primariamente online. Eles seguem um guia que o ajudam a participar da experiência.
Ativos: Representam a audiência média de um ARG, com um nível significante de interação online e offline. Eles seguem a experiência a sua maneira, no ritmo que desejam.
Entusiastas: Representam o topo da audiência, com o mesmo nível de interação online e offline. São profundamente engajados com a experiência e geradores de conteúdo dentro de sua comunidade.
Qualquer um desses três níveis de público que acompanharam as ações do ARG, certamente terão uma experiência diferenciada no cinema. Pela minha cabeça foi comum o pensamento durante o filme: “Ah, então foi por isso…” ou “Falaram disso naquela ação…”
Quem nunca nem ouviu falar disso ou não teve saco para acompanhar, também se diverte, mas a campanha é uma lição de como falar com um público que espera mais, que precisa mais para dar a você alguns minutos de atenção tão fragmentada.
Quando bem feito os resultados são claros, diretos e lucrativos. Uma mania gerada, ingressos disputados, e que transformam o público em parte essencial da divulgação, os multiplicadores que tornam possível não depender, em nada, da mídia como a conhecemos.
E por fim, gostaria de dizer: não quero ver mais nenhum Coringa. O personagem definitivo já foi feito. Bate uma tristeza ao final do filme por saber que não veremos aquilo novamente. O discurso parece batido por causa de sua morte, mas a verdade é que o cara roubou a cena e entrou pra história.





2 comentários
Pois é, depois dos 4P que viraram 4C e muitas invenções, cada vez o marketing parece que precisa de um novo discurso para poder se vender e vender seus serviços...
Já foi a época que era pra vender produtos e só :)
Belo post!
abraços!
Não entendo muito disso não, Então me preservo ao silêncio para escrever asneiras!!!
hahaha
Passa no meu!
BjOs^^
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